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segunda-feira, 3 de abril de 2017
George R. R. Martin
Nunca se esqueça de quem você é, porque é certo que o mundo não se lembrará. Faça disso sua força. Assim, não poderá ser nunca a sua fraqueza. Arme-se com esta lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo.
(George R. R. Martin)
sábado, 3 de outubro de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
As Crônicas de Gelo e Fogo - A Fúria dos Reis - Livro Dois (George R. R. Martin)
A história do segundo livro nem sequer dá um tempinho da do primeiro, como se fossem um livro só. Isso foi bom, mas no começo de "A Fúria dos Reis, faltou alguma coisa, alguns mistérios a mais, mas quese que ficou chato e entediante. Se em alguns momentos este livro parece mais monótono que o primeiro, a maior parte dele supera o anterior. Novos personagens marcantes tornam a história mais complexa e interessante.
Entre esses novos personagens, Davos é o que mais se destaca. O cavaleiro das cebolas, assim apelidado por ter sido um contrabandista de cebolas antes de virar cavaleiro, mostra visão da batalha, conselhos bons, lealdade e mais coração que muitos outros personagens principais.
Quanto a guerra, as surpresas são inúmeras. O livro escorre traições, vitórias improváveis e artimanhas malignas. Um dos pretendentes ao trono é morto e outro é derrotado. Quem subirá e governará no Trono de Ferro?
Achei A Guerra dos Tronos melhor, pois parece que tem mais estória sendo contada, e o livro não gira somente em torno das batalhas e afins, mas do reino, dos personagens, das traições, etc. Em A Fúria dos Reis, por ser um livro maior, creio que pode dar a impressão que o autor esteja enrolando, pois ele é minucioso em relatar o que acontece em cada canto dos Sete Reinos, mostrando um pouco da estória a partir de pontos de vista diferentes.
Como sempre a trama, a estória e os personagens são muito bons. Porém, devo confessar que Ned Stark, mesmo não sendo meu personagem favorito, fez muita falta a estória. Creio que em Ned encontrávamos uma certa estabilidade para a estória, o que faltou em pouco em A Fúria dos Reis.
As participações de Daenerys e Jon Snow poderiam ter sido mais exploradas. Eu particularmente gosto destes dois personagens desde o volume anterior, e gostaria de ter visto mais deles neste livro. Porém, imagino que Martin esteja guardando suas estórias para os próximos volumes.
A Fúria Dos Reis” há mais presença de guerra e ação do que o outro; Nesta continuação, você irá notar a presença de coisas trágicas e sangrentas.
Em Westeros é sempre bom manter três olhos abertos. Além te ajudar a não se chocar tanto (o que não é, necessariamente, um ponto negativo) te faz vivenciar mais a história. E essas Crônicas em especial devem ser vivenciadas como nenhuma outra.
CICERO[N.C.S]
25/08/2015
sexta-feira, 10 de julho de 2015
As Crônicas de Gelo e Fogo - A Guerra dos Tronos - Livro Um (George R. R. Martin)
Com a proposta medieval, Guerra Dos Tronos é um dos melhores épicos já escritos. George Martin tem um jeito único de escrever, que pode ser considerado ruim para
algumas pessoas (no começo tive um pouco de dificuldade, porque foi um contraste enorme com o gênero de literatura que estou acostumado), mas com o tempo você começa a perceber a genialidade de Martin.
Com capítulos pequenos (uma ótima jogada da parte do autor), Guerra Dos Tronos te transporta ao mundo de Westeros, continente onde a série é passada, com um medievalismo padrão (quem é acostumado com histórias medievais não terá grandes problemas), colocando alguns elementos de fantasia, perfeitamente ambientados.
A trama é sobre o Rei do continente Westeros, do qual foi tirado a força do seu trono por Robert Baratheon, assim,
passando o trono para duas linhagens de família, que antes era Targaryen, e agora é Baratheon. Como todo continente medieval, haviam vários reinos, e todos os reinos possuíam seu rei. E quando o rei Robert morre, todos os outros reis se declaram rei de Westeros, cada um com a sua justificativa, e daí o nome de Guerra dos Tronos.
O que difere mesmo Guerra Dos Tronos é a trama incrível, personagens bem cuidados (que no começo se mostram o maior desafio do livro, já que nas primeiras páginas o livro te apresenta mais de cem personagens, e sem exageros), os elementos de fantasia que são apresentados, e como George Martin te engana, fazendo você perceber logo nos primeiros capítulos, que os seus personagens não são taxados como vilões e heróis. Cada um tem seus múltiplos lados, cada um é humano. Os sentimentos dos personagens são quase palpáveis, mesmo que o livro seja escrito em terceira pessoa.
A trama é diversa e complexa, envolvida em guerra, traíção, romance, e reviravoltas que, sinceramente, podem vir a ser as mais chocantes que alguém poderá ler na vida. Sendo assim, Guerra Dos Tronos não é destinada a um só tipo de público. Todos são beneficiados com a história. Sempre há um plot que irá agradar alguém. Ao meu ver, George Martin queria trazer um épico real para o mundo. Consigo ver ele estudando cada personagem, cada lado, cada sentimento e pensamento na mente de cada personagem, e talvez essa vontade dele de tornar tudo real choque algumas pessoas com alguns acontecimentos (incesto, e muita morte, de personagens relativamente importantes podem ser um desses elementos), e passar uma mensagem como “a vida é assim”.
Você vai ter que se acostumar com algumas mortes, e entender a moral de Martin, para não ficar chateado com o autor. As vezes, seu personagem favorito morre, ou pode não ser seu personagem favorito, mas pode ter um grande peso para a história.
Martin consegue mesmo te prender a sua trama. Não foi um livro fácil, mas foi um livro que conseguiu me surpreender e me satisfazer como nenhum outro conseguiu até hoje, e quando terminei tive a sensação de que muita coisa ainda me espera nos reinos de Westeros. Se em um livro acontecem tantas reviravoltas, imagina essa trama movimentada por mais outros seis?
CICERO[N.C.S]
1º/07/2015
sábado, 20 de junho de 2015
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